quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Off por um tempo pessoal!

Bom vocês já devem ter percebido que faz um bom tempo que não posto, pois é pessoal estou  muito ocupada por aqui estudando e não estou com tempo... Mas assim que eu puder passarei por aqui (:

Beeeeijos Náa

domingo, 17 de outubro de 2010

Vamos rir (:

Paixão chamada Marina!
E Dilma aceita Jesus!
Êêe Brasil!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

"é tão estranho os bons morrem jovens"

Há 14 anos o mundo amanheceu com um sol mais cinza, ele se foi e saudade aperta a cada dia que se passa a falta aqui ficou. Assim dizia ele “... é tão estranho os bons morrem jovens, assim parece ser quando me lembro de você, que acabou indo embora cedo de mais...”, Renato se foi a saudade ficou, milhares de legionários órfãos, o mundo mais triste, o céu acabara de ganhar mais um estrela para brilhar e nos clarear a noite,e assim deixou de brilhar na terra. “Sei que você esta bem agora, só que neste ano o verão acabou cedo demais...” hoje 14 anos depois de sua morte Renato ainda consegue ter uma enorme importância na vida de milhares de pessoas, e sem dúvidas continuará fazendo, pois uma estrela que deixa a terra nunca deixara o coração de seus fãs, que Renato já se eternizou é fato, tal prova disso é que 14 depois ele ainda é ressaltado como um dos melhores. 

sábado, 2 de outubro de 2010

Vista- se verde e amarelo... Vota Brasil.

Estamos á menos de 24 horas das eleições presidenciais e eu estou muito apreensiva devido ao que dizem as pesquisas que estão sendo lançadas, apreensiva também, pois acredito que a maioria de nós ainda não estamos preparados para votar consciente, dentre todas as opções (que não são tão boas assim) estamos caminhando para escolher o pior.
Eu sinceramente gostaria de saber o que se passa na cabeça desses brasileiros que não conseguem escolher um bom representante, acredito que existam duas opções: ou essa “pior” escolha é o que realmente nós nos identificamos e então está tudo ótimo, ou mesmo com tantas campanhas e pessoas conscientes tentando com conversas, debates e exposição da vida dos candidatos para conscientizar o restante, ainda não é o suficiente...
Será que algum dia conseguirá ver o Brasil com um candidato á nossa altura? Ou será que já temos... Sinceramente um país com tudo para dar certo como o nosso não deveria estar na situação em que encontra.
Vote consciente amanhã, faça de seu voto uma arma de defesa! 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Está chegando, o dia em que o Brasil fará sua escolha. E minha angustia continua...

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

domingo, 19 de setembro de 2010

História da banda Legião Urbana.

O grupo Legião Urbana foi formado em Brasília em 1983. A última formação era: Dado Villa-Lobos, Marcelo Bonfá e Renato Russo.
A Legião Urbana surgiu após a separação do grupo punk Aborto Elétrico formado por Renato Russo em 1978. Do Aborto, fizeram parte Fê Lemos (Capital Inicial), André Pretórius e Flávio Lemos (Capital Inicial). Fê Lemos e Flávio Lemos hoje tocam no Capital Inicial, e André Pretorius abandonou o Aborto pra servir o exército na África do Sul, e posteriormente morreu de overdose nos EUA.
A primeira formação da Legião era: Renato Russo (baixo, vocais), Marcelo Bonfá (bateria), Eduardo Paraná (guitarra) e Paulo Paulista (teclados). Em meados de 1983, saíram Eduardo Paraná e Paulo Paulista. Ico Ouro Preto assumiu a guitarra por um certo tempo e foi substituído por Dado Villa-Lobos (Abril de 83). Ico Ouro Preto (que é irmão do Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial) abandonou a carreira de músico para tornar-se fotógrafo e hoje em dia vive e trabalha na França.
As letras de Renato continham a rebeldia, a busca de verdades, a dúvida e a indignação, recheadas de contradições com as quais muitas pessoas se identificam.
A Legião tornou-se conhecida quando começou a tocar fora de Brasília participando de shows como os do Circo Voador no Rio de Janeiro. Suas primeiras canções eram, em sua grande parte, herdadas do Aborto, tais como: Que País é Este (que virtualmente abria todas as apresentações do grupo), Conexão Amazônica, Geração Coca-Cola, Ainda é Cedo, Química, etc.
Em 1984, entra Renato Rocha no baixo e o grupo. Apadrinhado pelos também brasilienses Paralamas do Sucesso, assina com a gravadora EMI ODEON. Sai o primeiro LP Legião Urbana. Desde então, a banda começou a emplacar sucessos como Será, Ainda É Cedo, Geração Coca-Cola e Soldados.
Em 1985 começavam os esboços do álbum "DOIS" que era para se chamar "Mitologia e Intuição" e ser um álbum duplo. Mas a gravadora EMI-ODEON não quis e saiu um simples mesmo. A Legião nesse tempo já tinha seu espaço reservado no Rock Nacional. Seus shows eram famosos pela postura considerada messiânica de Renato e por um comportamento totalmente anti-pop. Não abriam shows para ninguém e não permitiam baderna de espécie alguma durante os seus shows.

Após o álbum "DOIS", a Legião quase terminou. Passada a fase mais difícil, iniciaram a gravação do álbum Que País É Este ("Mais Do Mesmo" era o título provisório) utilizando o material que era para ter entrado no que seria o Mitologia e Intuição, mas acabou sendo mesmo um disco com várias músicas antigas, a maioria da época do Aborto Elétrico (Que País É Este, Conexão Amazônica, Tédio, Química) e outras do ínicio da Legião, apenas Mais do Mesmo e Angra dos Reis eram novas. Esse álbum rendeu a eles a consolidação da banda no Rock Nacional mas também trouxe a banda complicações como o tumulto no show em Brasília em junho de 1988.


Em 1988, no final da turnê do terceiro LP Que País é Este, sai Renato Rocha. Russo e Dado revezam-se no baixo na gravação do LP "As Quatro Estações". Este álbum iniciou uma nova fase para a banda. Deixada de lado a fúria do disco anterior, este álbum era mais ligado à assuntos espirituais e sentimentais, falando de temas como a Aids (Feedback Song for a Dying Friend) e Homossexualismo (Meninos e Meninas) mas sem deixar a crítica de lado como em 1965 (Duas Tribos). Segundo Renato, este álbum é fundamentalmente sobre sexo.
Foi o álbum mais vendido depois do "DOIS". O fato surpreendeu o grupo já que nenhuma das músicas tinha qualquer característica pop.
Em 1991 sai o álbum "V" com uma temática mais pessimista e temas como drogas (A Montanha Mágica) e a situação difícil das pessoas no Brasil (O Teatro dos Vampiros). Destaque nesse álbum para a música "Metal Contra As Nuvens". A turnê desse álbum foi interrompida em setembro de 1992 por complicações de saúde de Russo. Após um show nessa mesma época, Dado achou que jamais subiria novamente num palco ao lado do Renato e do Bonfá.
Em 1992, o grupo lança o Música Para Acampamentos. Uma coletânea do trabalho ao vivo deles em shows e especiais de rádio e TV.
Em dezembro de 1993, é lançado o álbum O Descobrimento do Brasil. Com esse álbum, eles buscavam mais a esperança, embora todas as músicas falassem sobre despedida. As letras mostram um Renato "refeito" pois, nessa época, ele já tinha iniciado seu tratamento contra a dependência química.
Em 21 de setembro de 1996, sai o último álbum da banda "A Tempestade (Ou O Livro Dos Dias)".
Após 3 anos sem gravar, o álbum era mais do que esperado. A música de trabalho "A Via Láctea", veiculada nas rádios à partir de 29 de agosto, traçava uma idéia de como seria o álbum.
No início de 1996, Renato Russo adoece e entra em crise depressiva profunda. Os trabalhos de gravação do disco foram interrompidas várias vezes e duraram cerca de 6 meses.
Neste trabalho, não aparecem agradecimentos, nem a frase em latim presente em quase todos os álbuns "URBAN LEGIO OMNIA VINCIT" . Renato recusou se a tirar fotos para este álbum e fez dele uma carta de despedida aos fãs. Após as gravações, em junho de 96, Renato se isola em seu apartamento muito abalado fisicamente por causa de uma forte pneumonia. Renato era soropositivo desde 1989. Em 11 de outubro de 1996, a AIDS leva mais um grande poeta dos anos 80. Renato vem a falecer em decorrência desta doença.
O fim da Legião Urbana é então anunciado dia 22 de outubro pelos parceiros Dado e Marcelo acompanhados do empresário da banda, Rafael Borges.
E finalmente, em 18 de julho de 1997, sai o álbum "Uma Outra Estação". Este album contem as cancoes remanecentes do trabalho anterior. O projeto original sugerido pelo Renato era de que o "A Tempestade" fosse um album duplo. As circunstancias inviabilizaram o projeto dando origem a um album simples. .
O material para este álbum não estava totalmente finalizado. Dado, Bonfá, Carlos Trilha (tecladista) e Tom Capone (guitarra) concluiram os trabalhos dando origem a este álbum com todas as canções ainda com os vocais de Renato, a excessão de "Sagrado Coração" que mesmo tendo a letra no encarte, não tem os vocais de Renato.
Em março de 1998, a EMI lança "Mais Do Mesmo" - uma coletânea dos grandes sucessos da Legião - contra a vontade de Dado e Bonfá, que mesmo cedendo as pressões da gravadora, colocaram uma cláusula no contrato dizendo que o disco ficaria no mercado durante um ano e depois sairia de catálogo.
Em Outubro de 1999, finalmente lançariam o Acústico da MTV em CD e em VHS, gravado em 1992, mas nunca mostrado na íntegra, a versão que a MTV mostrou era editada com apenas 30 minutos, e poucas músicas deste acústico entraram no "Música P/ Acampamentos". Finalmente os fãs podem ver o acústico com 14 músicas, ainda não é o completo que tem 19, mas já está muito bom.

Pesquise o passado de seus candidatos. (Campanha TSE)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

sábado, 28 de agosto de 2010

É tão estranho, os bons morrem jovens.

Renato Russo viveu e morreu dilacerado. Foi explícito na simplicidade adolescente e na complexidade do amadurecimento. Foi Rimbaud como seu ídolo Jim Morrison: quis reinventar a única coisa que lhe interessava, o amor, e morreu por causa dele. "Verás que o amor em mim não cabe, não dá sossego", escreveu o poeta maldito francês. Renato sempre sofreu muito por amor. Fantasioso, gostava um pouco disto.

Cazuza viveu e morreu de excessos. Foi explícito até o fim, na maneira de escrever e no modo de encarar a morte. Foi transformer como o ídolo Lou Reed, caminhando sem medo, retorno ou piedade pelo lado selvagem da existência. Cazuza amava a vida e queria aproveitar cada minuto dela como quem usufrui o efeito derradeiro de uma droga. Hedonista, não era afeito a concessões.

Renato morreu feito um gato, escondido, como quem curte a solidão da morte. "Quando tudo é solidão, é preciso acreditar num novo dia", escreveu. Cazuza morreu feito uma fera, com as feridas expostas, como quem enfrenta a batalha perdida com orgulho de desafiá-la. "Solidão, que nada", proclamou. Renato e Cazuza morreram jovem, de um mesmo mal. Se mortes podem, de alguma forma, refletir personalidades; as deles foram um espelho fiel. Renato e Cazuza foram os maiores poetas da, geração roqueira dos anos 80, uma turma de, garotos que estava sendo sacudida pelo ideário punk, ainda se sentia abalada pela revolução hippie e vivia num país que ensaiava os primeiros passos democráticos. São parte da trilha sonora de uma década rica em descobertas e acúmulo de informação, atravessaram os anos expondo sentimentos e embalando romances, padeceram de uma morte anunciada e a encararam de forma diferente.

Cazuza agonizou em praça pública e alertou para o perigo da AIDS na capa de revistas semanais e nas telas sangrentas das tevês. Renato se recolheu ao seu mundo feito anjo triste e denunciou a doença e a exploração sensacionalista em versos de A Tempestade, seu último trabalho com a Legião Urbana: "Beba desse sangue imundo / e você conseguirá dinheiro / e quando o circo pega fogo / somos os animais na jaula" (Natália).

Cazuza foi Sid Vicious cuspindo na hipocrisia e chocando como lhe convinha. Magro, sem voz e sem forças, zombou da beleza da vida quando a morte era inevitável.

Renato foi Kurt Cobain, deixando órfãos perplexos e se entregando ao fascínio da morte (para ele, a busca de um lugar mais feliz). O desapego a uma existência que já não lhe dava prazeres foi sua prova derradeira de amor à vida.

Renato, o rebelde, Cazuza, o indomável, foram sexo, drogas e rock'n'roll em tempos de cólera. Seguiram os passos abertos por seus ídolos e pegaram a AIDS no meio do caminho (como disse o próprio Renato). Ao cruzar a esquina inevitável, mal tiveram tempo de olhar para trás, acrescente-se. Antes dela, porém; trilharam como homens livres o caminho do excesso que leva ao palácio da sabedoria de Blake, e deixaram sua herança. Os poetas morrem cedo. As poesias, jamais.

Fonte: legiao.skooterweb.com

domingo, 8 de agosto de 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Eleições chegando...

E você, já escolheu seu candidato?
Já pesquisou sobre seus últimos mandatos, seus ideais, suas propostas e o mais importante de tudo você já pesquisou sobre sua conduta dentro de um gabinete?
Bom no mínimo você eleitor já deveria saber de tudo isso. Pois escolher é o mais fácil de tudo depois que você sabe o que seu candidato já fez e o que já se propôs á fazer pelo nosso país.
Acredite você não sabe de nada sobre ele, pois a TV mostra muito pouco do que você deveria saber, então o investigue um pouco mais e saberá realmente qual a escolha certa.
Grande parte dos Brasileiros tem um enorme defeito, que é deixar pra escolher o que quer pra última hora o que faz com que escolham muitas vezes o pior para os próprios.
Então que tal nos conscientizarmos, e respeitarmos á nós mesmos e a nossa pátria, pois escolher o que não nos fará bem é falta de respeito não só aos que escolher o melhor mas também a vocês!
Por que somos tão irracionais em relação á isso? Por que não damos importância a uma coisa que deveria ser uma das prioridades em nossas vidas? Lembro-me de ter ouvindo uma vez em algum lugar que o homem era o ser mais inteligente na natureza, eu acreditava nisso até certo ponto, mas ao observar mais de uns tempos pra cá vi que não é bem assim, somos inteligentes até certo ponto fazemos besteiras e se arrepender ás vezes serve de lição, mas nesse caso parece que não serve pra nada o arrependimento, pois a cada quatro anos cometemos o mesmo erro e ainda sim nos julgamos inteligentes, será mesmo que somos tão inteligentes assim? Chego a duvidar muitas vezes disso e tenho motivos e não são apenas motivos, são bons motivos.

domingo, 1 de agosto de 2010

Acorda Brasil

Afinal está mais do que na hora dos brasileiros acordarem pra vida e verem que está tudo errado.

Por que diante de tantos escândalos, corrupção explicita dinheiro em cueca, em meia, casas (castelos) avaliadas em milhões, será mesmo que isso está certo? Imaginem se todo esse dinheiro fosse investido no que realmente deveria ser como: na educação, na saúde, e em tantas coisas que todos reclamam que é precária, cheguei onde eu queria se todos reclamam que a educação é ruim, os postos médicos também, atendimento cada vez pior, se todos usam e reclamam por que só alguns se mobilizam e tentam mudar essa situação? Os que mais usam esses recursos do governo são os mesmos que re-elegem esses administradores para a nossa pátria, isso eu não entendo de maneira alguma.

Criticar é fácil, dizer o quão errados estão é mais fácil ainda, mas eles só fazem o que você que tanto critica e nada faz deixa. Precisamos tomar mais atitudes, pois o dinheiro que estava naquela cueca é seu é nosso todo dinheiro roubado é nosso e nós temos que acabar com essa palhaçada toda, nós estamos cada vez mais sendo desrespeitados, e já demorou para ser feito algo.

Deveríamos encarar isso com mais seriedade, afinal isso é comum para países subdesenvolvidos, então para que haja progresso devemos começar por aí. Então Acorda Brasil e vamos exigir respeito deles afinal se ele está lá é por que sua nação em grande maioria o escolheu.

*~naiara reggís~*

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Brasil crescendo vários anos em um.

Engraçado como o Brasil cresce tanto em época de eleição! O que era pra ele crescer em alguns anos, ele cresce em 1.
Como o governo fica bom, desse jeito vou querer eleições todo ano, ou melhor, todos os meses.
Brasil fala que não tem dinheiro pra investir na educação, saúde,...
Mas quando chega ano eleitoral o dinheiro brota...
Acho que o dinheiro estava perdido e encontraram, deve ter encontrado na meia, mala, cueca de alguém...
Se eles acham dinheiro pra campanha por que não acham pra população? Será mesmo necessário tanto papel, faixa, adesivo.. Tanta poluição? Por que eles não usam o dinheiro do adesivo pra educação? Será que o governo nos quer burros? Por que ficamos cegos nas eleições? Por que não conseguimos enxergar o obvio? Por que nos sentimos traídos pela nossa pátria? Por que colocamos tanto a culpa em alguém? Será que temos tanta culpa quanto o governo? Por que não fiscalizamos? Por que tanta gente diz que não gosta de política? Por que eu morro de raiva dela? Por que, Por que, Por que .. Droga, Por que não acho nenhuma resposta pra isso, ou talvez eu não queira achar as respostas. Tenho medo de encontrá-las com meu dedo apertando “Confirma”.

K.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Não percam hoje

Hoje será apresentado o programa CQC em Analândia.
Na Band ás 22:15.

Não percam ...